EXPOSIÇÃO FILATÉLICA PANTANAL - 2010 |
|
EXPOSIÇÃO FILATÉLICA PANTANAL – 2010 10 a 15 de agosto de 2010 10 Expositores do Estado de Rondônia; Classe de Filatelia Juvenil: . Seção O – 9 a 12 anos; - Dediel Costa e Silva Coleção: O Doce Sabor das Frutas. 31 Folhas – 02 Faces - Thalya Abreu Alves Coleção: A Filatelia na Valorização da Mulher. 16 Folhas – 01 Face . Seção A – 13 a 15 anos; - Caroline Santos Matos Coleção: ... ler tudo |
Notícias de Fev/2008
RAPHAEL KARAN NO CONTINENTE AFRICANO.
» 21/02/2008 - 12:50h/DF
O AVENTUREIRO RAPHAEL KARAN ENCONTRA-SE NO CONTINENTE AFRICANO EM MAIS UMA AVENTURA EM DUAS RODAS VEJA NA PAGINA PRINCIPAL EM "ALBUM DE FOTOS" 'RAPHAEL KARAN" FOTOS DESSA MARAVILHOSA AVENTURA SOBRE DUAS RODAS, DESTE IRMÃO MOTOCICLISTA, VEJA MATÉRIA COMPLETA SOBRE ESSA AVENTURA. O motociclista RAPHAEL KARAN tinha um sonho: viajar por todo o mundo em cima de uma moto. E conseguiu. Enquanto não está viajando, Raphael, que já percorreu cinco continentes em duas rodas, realiza palestras, cujo foco é a realização de sonhos. Nelas, ele aborda temas como sonho, objetivo, decisão, renúncia, planejamento, perseverança, imprevistos, criatividade, limites e resultados. Até o momento, Raphael já percorreu mais de 160.000 km por 54 países em cinco continentes - América, Europa, Ásia, Oceania e África. Durante sua palestra, ele também mostra as diferenças sócio-culturais entre o ocidente e o oriente, além de uma grande quantidade de imagens e o material utilizado na expedição. Tudo começou dia 8 de janeiro de 2000, na Praça Horácio Sabino em São Paulo. De lá, Raphael seguiu para o Alasca com sua moto, numa viagem que durou oito meses e 28.000 km, onde aprendeu a se defender de ursos e como os Inuits (Esquimós) faziam para caçá-los. Depois veio a Europa Ocidental, Oriental e dai para o Leste, chegando ao Laos fronteira com a China. Na época do ataque às torres gêmeas em Nova York, encontrava-se no Paquistão. Foram 14 meses e 35.000 km. Na Oceania foram 22.000 km pela Austrália e Nova Zelândia em mais um ano de viagem onde teve a oportunidade de conviver com tribos aborígenes e aprender a Haka, dança de guerra dos Maoris, primeiros habitantes da Nova Zelândia. Em fevereiro de 2008 regressou ao Brasil após concluir seu projeto, percorrendo 10 países africanos, onde contraiu duas Malárias, uma Thifoide e uma desidratação ao sul do Sahara, porem pôde viver de perto a receptividade do povo africano. Durante todos estes anos ele tem vivido numa barraca iglu e cozinhado em seu pequeno fogareiro. Projeto Solidário Entre as etapas Oceania e África, realizou o SOLIDÁRIO, no qual percorreu 150 cidades em 11 estados brasileiros dando palestras, arrecadando alimentos e roupas para organizações assistenciais das regiões por onde passou,, e em uma dessas regiões na cidade de Ouro Preto do Oeste Rondonia conheceu o motociclista Bastos fizeram amizade e chegaram a rodar por 350 km juntos o que bastou para consolidar uma grande amizade. Contatos (11) 3666.8528 raphaelkaran@yahoo.com
HISTÓRIA DA MOTOCICLETA PARTE III
» 18/02/2008 - 20:07h/DF
O início do século XX na Europa foi pródigo em inovações tecnológicas alavancadas pelo rápido crescimento da produção de bens de consumo. Era o ápice da Revolução Industrial. A "produção em massa" e a "linha de montagem" idealizada por Henry Ford na construção de automóveis (utilizada pioneiramente na produção do Ford modelo T em 1908), influenciou fortemente a produção de motocicletas. Detalhe da linha de montagem do Ford T na Ford Motor Company (final da década de 00 do Século XX). Naquele momento da história, a Europa apresentava uma rede de distribuição de insumos para a produção industrial, alicerçada em um grande e consolidado sistema viário que interligava várias metrópoles e cidades industriais européias. Historicamente a primeira estrada européia data de 1750 antes de Cristo, sendo construída durante a Idade do Bronze pela civilização Minóica e localizando-se na Ilha de Creta (rumo ao anfiteatro de Knossos). Nos Estados Unidos, o primeiro plano rodoviário nacional só foi aprovado em 1916 e a rede viária americana só se tornou realidade após a segunda guerra mundial. A famosa "Mother Road" norte-americana, a "Route 66", de 3917 km de extensão (que ligava Chicago a Los Angeles) só começou a se tornar realidade em 1926. Até então, as ligações entre as várias cidades do interior norte-americano eram consideradas trilhas lamacentas. Neste contexto, e concomitantemente à explosão de conhecimentos científicos e tecnológicos ocorridos durante as décadas de 10 e 20, a industria de motocicletas começou a se diversificar na busca das melhores formatações na construção de veículos de duas rodas. Era um momento histórico onde já existia a nítida distinção entre aqueles que, em função de convicções pessoais, optavam pelo uso de cavalos ou de carruagens motorizadas para o transporte. Na Europa, as motocicletas inglesas, alemãs, italianas, francesas, suecas, suíças, belgas, etc., buscaram o melhor equilíbrio dinâmico e as melhores performances de motores, incrementando os componentes mecânicos e, conseqüentemente, a potência e a aceleração. Nos Estados Unidos, as motocicletas tinham de ser sinônimos de resistência e torque para suportar as condições adversas por onde tinham de rodar e, muitas vezes, até substituindo cavalos em trabalhos rurais. Na Europa, evidenciaram-se: • as marcas inglesas Excelsior/UK (1896-1964), Ariel (1898-1970), Royal Enfield (1898-1971), OK-Supreme (1899-1939), Matchless (1899-1969), Rex (1900-1933), Coventry-Eagle (1901-1939), James (1902-1964), Velocette (1904-1968), BSA (1906-1971), Douglas (1907-1956), AJS (1909), Triumph (1902 - Primeiro motor monocilindrico Triumph em 1905, com 499 cc e 3,5 hp) e Norton (1901 - Primeiro motor monocilindrico Norton em 1907, 633 cc), nas décadas de 00 e 10 do século XX, como precursoras da construção de potentes motores monocilíndricos e bicilindricos; • a pioneira marca suíça Motosacoche (1899-1957), como, também, precursora da construção de motores monocilíndricos; • as marcas francesas Terrot (1901-1961) e Peugeot (1899-1939), como pioneiras na construção de motores monocilíndricos e bicilíndricos que eram fornecidos, por volta de 1900, para as marcas inglesas Norton e Dot; • a pioneira marca alemã Victoria (1899-1966) que utilizava motores de cilindros opostos longitudinais (boxer) sendo precursora do motor V Twin transversal em 1957; • as marcas alemãs Cyklon (1900-1905), Adler (1900-1957), Wanderer (1902-1929), Mars (1903-1957), NSU (1901-1958) nas décadas de 00 e 10, utilizando motores monocilíndricos (NSU 1902, single com 211 cc) e V Twins (NSU 1912, V twin com 349 cc) e Zundapp (1917-1984); • a marca alemã BMW (1917), na década de 20 como precursora dos resistentes motores "boxer" de configuração transversal ao quadro (BMW modelo R32, derivada das BFW "Flink" 1920, motor V Twin e "Hélios" 1922, com motor boxer longitudinal de 500 cc e 8,5 hp); • as marcas Italianas Gilera (1909), Benelli (1911), Aermacchi (1912-1978), e Moto-Guzzi com o "Prototipo G. P". de 1920, que transformou-se no modelo "Normale" em 1921, ambos com 500 cc e 8 hp. A Moto-Guzzi foi precursora da projeção e construção de quadros mais dinâmicos para a prática motociclistica e, também, do motor horizontal (a importância histórica da Moto Guzzi será ainda mais evidente por, na década de 60, ter aperfeiçoado o motor V Twin transversal). Neste mesmo período, nos Estados Unidos, as marcas Orient-Aster (1898), Holley (1899-1911), Marsh (1900-1913), Curtiss (1901-1913), Cleveland (1902-1905), Merkel (1902-1915), Iver Johnson (1907-1916), Emblem (1907-1925), Minneapolis (1908-1914), Excelsior/US (1908-1931), Indian (1901), Yale (1902-1915), Harley-Davidson (1903), Reading-Standard (1903-1922), Pierce (1910-1913), Pope (1911-1918), Henderson (1912-1931), Thor (1902-1917) buscavam soluções técnicas para uma maior resistência do quadro e para a construção de motores de grande capacidade cúbica e torque, com mecânica enxuta para facilitação da sua manutenção em um país de dimensões continentais ainda não provido de uma rede de oficinas mecânicas. Os grandes motores em V longitudinal pareceram se adequar melhor as exigências de "endurance" a que eram submetidas as motocicletas americanas, provavelmente pelo regime de torque que alcançavam e, ainda que a produção e utilização de motores monocilíndricos tenha sido largamente utilizada. O primeiro motor em V da Indian 1907 (modelo "1907 Twin") tinha 633 cc, produzindo 4 hp e o da Harley-Davidson em 1909 (modelo V Twin "5 D") tinha 810 cc, produzindo 7 hp. Destacamos, neste contexto, que a marca Curtiss já apresentava em 1907, um modelo "V8" de 4000 cc e 40 hp, a marca Pierce o modelo "1910 Pierce Four" com quatro cilindros em linha, 696 cc e 7 hp, e a marca Henderson o modelo "1913 Four", com quatro cilindros em linha, 965 cc e 7hp. Traçaremos aqui, através das principais opções tecnológicas atualmente disponíveis no mercado, um perfil das motocicletas que se tornaram padrão de determinados tipos de motorização, "powertrain" e de construção ciclística na configuração de seus quadros. Gláucio Gonçalves Tiago, consultor em motociclismo. Todos os direitos reservados. Utilização de partes do conteúdo poderá ser autorizada com a devida referência ao autor e fonte. I | II | III | IV | V | VI | VII | VIII | Espaço aleatório OUTRAS CULTURAS: DE MINAS GERAIS, BRASIL, UAKTI. Topo da página





