Quinta-feira, 9 de Setembro de 2010 -  Porto Velho / RO -  Email: srliberdade@hotmail.com

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Avisos

06/09/2010 - 09:02:40h

5º ANIVERSÁRIO LEGIONÁRIOS DA AMAZÔNIA MC

AMIGOS, IRMÃOS, PARCEIROS E MOTOCICLISTAS EM GERAL, VENHA PARTICIPE NOS DIAS 23 E 24 DE OUTUBRO EM PRESIDENTE MEDICE MÉDICI NO CLUBE SINTERO.

25/05/2010 - 08:44:30h

SEM PALAVRASSSSSSSSSSSS!!!!

QUE BAIXARIA EM AUTORIDADE?????

31/05/2010 - 09:35:45h

MOTOCICLISTA BASTOS LIBERDADE ACIMA DE TUDO.

NOME: Francisco de Assis Araujo Bastos
APELIDO: Bastos “srliberdade”
NACIONALIDADE: Brasileira NATURALIDADE: Taua ESTADO ONDE NASCEU: Ceará
DATA DE NASCIMENTO: 30/12/1958
GRAU DE INSTRUÇÃO: Terceiro grau incompleto
CIDADE ONDE RESIDE: Porto Velho ESTADO: Rondônia
TEM MOTOCICLETA: Sim QUAL: Harley Davidson “ Dyna ”
ESTILO DE MOTOCICLETA QUE PREFERE: Custom
UMA PAIXÃO: Motos principalmente as antigas de qualquer marca.
QUANTOS ANOS DE MOTOCICLISMO: 32 anos
HOBBY: Cozinhar, colecionar objetos relacionados a motocicleta, tenho uns seis mil. Andar de motocicleta já é minha vida!
VIAGEM INESQUECIVEL: A primeira de moto norte e nordeste brasileiro
ESTADO CIVIL: Casado
COMIDA PREFERIDA: Arroz com feijão, baião de dois com nata e carne de bode guizada, Olho de peixe, Celebro de galinha, tomate cereja, alface americana, leite com café, doce de banana caseiro, rapadura, farinha com leite e carne de carneiro assada, orelha de porco e galinha caipira, cuscus com leite e caldos
BEBIDA: todas
COR PREFERIDA: Preta
SONHO A REALIZAR: Uma aventura pela rota 66 EUA de Harley Davidson.
O MAIS IMPORTANTE NA VIDA: Deus, família e a motocicleta Harley Davidson
TRABALHO:Usina de nitrogênio liquido.
AMIGOS: Poucos mais selecionados por Deus
DEIXE UMA FRASE QUE RESUMA UM SENTIMENTO PELA MOTOCICLETA E PELA LIBERDADE: Todo homem nasceu e morre poucos vivem
MEU VIDEO PREFERIDO: http://www.youtube.com/watch?v=ZNgJmIGMKeo

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19/07/2008 - 20:49:33 h/DF -> SONHO REALIZADO CHEGOU MINHA PRIMEIRA HARLEY ZERO UMA DYNA SUPERGLADE,DEMAIS **** 20/05/2007 - 18:54:48 h/DF -> Jesus te ama e eu também!! ****

EXPOSIÇÃO FILATÉLICA PANTANAL - 2010

EXPOSIÇÃO FILATÉLICA PANTANAL – 2010 10 a 15 de agosto de 2010 10 Expositores do Estado de Rondônia; Classe de Filatelia Juvenil: . Seção O – 9 a 12 anos; - Dediel Costa e Silva Coleção: O Doce Sabor das Frutas. 31 Folhas – 02 Faces - Thalya Abreu Alves Coleção: A Filatelia na Valorização da Mulher. 16 Folhas – 01 Face . Seção A – 13 a 15 anos; - Caroline Santos Matos Coleção: ... ler tudo

Notícias de Mar/2009

GUIA DA VIAGEM DE MOTO EM GRUPO NA ESTRADA

» 20/03/2009 - 13:30h/DF


Vale a Pena Ler - Motociclista ou não!!!
Vale a pena imprimir!!!
Vale a pena decorar!!!
Matéria enviada pelo colaborador do site:
JOSÉ CARLOS CHADDAD
Guia da viagem de moto em grupo na estrada
1. Considerações preliminares
2. O Bonde
3. O Ponteiro
4. O Ferrolho
5. Miolo/Meio
6. Manobras básicas Ultrapassagens
Retorno à faixa da direita
Ultrapassagens em estradas de mão dupla
7. Reunião de preparação (“briefing”)
8. Sinais. Apontar com o pé esquerdo ou direito para o asfalto
A mão e o braço esticado sobem e descem sucessivamente:
Mão e braço balançando para TRÁS e para frente, como um remo
Braço esquerdo apontado para a esquerda
Braço esquerdo dobrado sobre o capacete com a mão apontando para a direita
Mão esquerda apontando para cima e realizando círculos no ar
Mão esquerda apontada para cima e espalmada
Com o braço para cima, indicar o “numero 1” com a mão Com o braço para cima, indicar o “número 2” com a mão Com o braço esquerdo, indicar de modo pendular balançando o antebraço para esquerda e direita
Com o braço esquerdo para baixo, fazendo círculos com o dedo indicador
Apontar para o tanque de combustível e em seguida simular uma degola de garganta com a mão esquerda
Apontar para si mesmo e em seguida simular um revólver com a mão
9. Outras dicas diversas
 
1. Considerações preliminares
Andar em grupo não é muito fácil. Por isso desenvolvemos alguns códigos e posturas para facilitar as viagens.
A seguir vamos descrever os sinais, códigos e atitudes que deverão ser tomadas por todos para facilitar a comunicação na estrada e bom andamento e segurança do grupo.
O mais importante de tudo é cada um cuidar de quem está atrás. O uso do espelho retrovisor é fundamental SEMPRE.
Fazendo isso você verá os sinais de pisca, e controlará a distância do motociclista que vem atrás. Se a moto de trás ficar com muita distância, convém você também reduzir para que o da frente faça o mesmo e o grupo permaneça unido.
É evidente que se for um caso isolado de “roda-presa” este deverá acompanhar a velocidade média do grupo, e não vice-versa. Salientamos que “roda-presa” não é moto que não desenvolve e sim o motociclista.
Tenha sempre em mente que o companheiro que vem atrás nunca sabe quando você vai frear até ver sua luz de freio acender, portanto facilite, sempre dê uma ou duas "beliscadas" no freio antes de frear propriamente, isso poderá evitar um acidente!
 2. O Bonde
Na estrada, as motos devem ocupar uma faixa da pista, alinhadas em duas filas indianas, paralelas e intercaladas, evitando-se o emparelhamento de motos. Cada motociclista deve sempre cuidar para estar em posição diagonal em relação ao imediatamente à sua frente – não deve tentar ‘corrigir’ os erros dos outros. Se por qualquer razão a moto à sua frente mudar de lado, fazer  o mesmo (sinalizando com o pisca-pisca) de modo a assegurar a formação alternada.
Um bonde NUNCA deve ser composto por mais que dez motos – é preferível montar dois bondes com cinco e seis motos ao invés de um com onze: um bonde com dez motos tem mais que cinqüenta metros de comprimento e quando se chega a esse tamanho:
•Fica difícil para o ferrolho ver o ponteiro e vice-versa.
•Fica muito difícil encontrar espaço para que o bonde todo faça ultrapassagens em bloco;
• Queremos manter o bonde unido e evitar que carros entrem no meio, mas não é razoável exigir que os motoristas se mantenham pacientemente ao longo de ‘paredes’ de oitenta metros ou mais de comprimento.
Em caso de quebra de um grupo em mais de um bonde o mais rápido deve seguir primeiro – não adianta soltar o mais lento primeiro para que ele seja alcançado a meio caminho.
Cada motociclista deve assegurar que o da frente pode vê-lo pelo retrovisor – basta assegurar que você consegue ver o capacete do piloto no espelho da moto à frente. Atenção: estamos falando da moto que está diagonalmente à sua frente e não aquela diretamente em frente.
Se a velocidade aumenta (mais de 100-110 km/h), essa distância deve ser ampliada para proporcionar maior espaço de frenagem.
Em todo grupo temos o PONTEIRO, o FERROLHO e o MIOLO/MEIO:
 Ponteiro – Vai à frente do grupo;
Ferrolho – Vai atrás do grupo;
Miolo/Meio – Todos que estão entre o ponteiro e o ferrolho.
O ponteiro e o ferrolho devem ser os motociclistas mais experientes do grupo. Além disso, a moto do ferrolho deve ter bom desempenho, para que ele possa ultrapassar o bonde e atingir rapidamente o ponteiro em caso de problemas.
O motociclista menos experiente e/ou a menor moto devem seguir diretamente atrás do ponteiro, e estabelecem os limites de grupo em termos de número de paradas e velocidade de cruzeiro.
O ponteiro deve ficar SEMPRE do lado esquerdo da faixa, para facilitar sua visão do bonde e das condições de tráfego da estrada.
Em rodovias de três ou mais pistas, ocupar a segunda pista da direita para a esquerda: normalmente a pista da direita apresenta mais buracos e óleo causados pelos caminhões.
Em rodovias com duas pistas, manter-se na pista da direita, apesar dos problemas acima mencionados, neste caso é a pista mais segura.
3. O Ponteiro
•Define os caminhos e velocidade do bonde. Deve conhecer o percurso a ser seguido ou ter estudado cuidadosamente o mapa para poder orientar o bonde.
•Dosa a velocidade geral e mantém o agrupamento.
•Sinaliza com antecedência antes de mudar de pista para ultrapassagem, calculando a distância do veículo e o tamanho do grupo para que não haja redução de velocidade cruzeiro e muito menos ‘quebra’ da formação.
•Sinaliza com antecedência também antes de entrar em vias para evitar que alguém perca a entrada.
•Vai para a faixa da direita para dar ultrapassagem a veículos mais rápidos apenas quando tiver espaço suficiente para o grupo todo entrar, e analisa se é cabível mudar de faixa naquele momento, ou aguardar para que a pista da direita esteja mais livre para não ter diminuição de velocidade.
• Nesse caso, quando  todos estão com seta para a direita, o ponteiro contesta mantendo seta para esquerda indicando que ainda não é o momento de dar passagem.
4. O Ferrolho
•O ferrolho é tão ou mais importante que o ponteiro para a boa condução do grupo na estrada, principalmente grupos grandes.
•Segura os veículos que porventura quiserem ultrapassar o grupo, e deve sinalizar com o pisca para direita. Após todo o grupo ter mudado de faixa, o ferrolho também muda, liberando o veículo. Se perceber que ninguém está dando a seta, fazer sinal com o farol alto para que percebam.
• Do mesmo jeito, assim que o ponteiro der seta para esquerda, o ferrolho deve entrar à esquerda para segurar os veículos, e sinalizar para o resto do grupo a pista livre.
• Ao perceber algum problema com o grupo, deve acelerar até o ponteiro e comunicar. Esse comportamento só deve ser adotado em caso de problemas que não obriguem a parada ou redução de velocidade do bonde – nesses casos é melhor que o bonde reduza ou pare e que o ponteiro controle esse comportamento pelo retrovisor.
 
 5. Miolo/Meio
Deverão indicar as sinalizações de pisca, situação de estrada e sinais gerais (entrar a esquerda / direita com o braço, formação única, etc.) além de não permitir, até onde sua segurança e a do bonde não sejam comprometidas, que outro veículo entre no meio da formação.
Particularmente importante é a reprodução dos sinais de pisca-pisca, principalmente do ferrolho, para que o ponteiro fique sabendo o que o ferrolho sinalizou.
 
 6. Manobras básicas
Alguns grupos mantêm a mesma formação durante todo o percurso. Nossa opção é deixar cada um tomar a formação que quiser, alternando o MEIO porem mantendo o PONTEIRO e o FERROLHO, salvo segunda ordem.
Algumas pessoas gostam de dar esticadas com a moto, seja para tirar fotos ou simplesmente querer correr um pouco mais, sendo necessário sair da formação do grupo. Isso pode ser feito sem nenhum problema, bastando apenas avisar o PONTEIRO com o devido sinal (ver sinais abaixo).
Do mesmo modo, os que precisarem parar para atender ao telefone, ajeitar algo que está incomodando ou qualquer coisa do gênero, que não necessite de muito tempo, deverá avisar o Ponteiro e o Ferrolho que irá encostar e ficar um pouco para trás, sem necessidade de parar todos. O Ponteiro deverá então diminuir a velocidade de cruzeiro, até que a pessoa que precisou parar o alcance e indique que já está de volta no grupo.
É importante que quem parou avise o Ponteiro que já regressou ao grupo pois sem este informação o Ponteiro irá manter a velocidade baixa e ficará preocupado com a demora do integrante.
 Ultrapassagens
Quando o ponteiro precisar mudar de faixa da direita para esquerda para fazer uma ultrapassagem, ele deve ligar a seta e todo o resto do grupo faz o mesmo. Entretanto ninguém muda de faixa até que o ferrolho entre primeiro na esquerda para impedir que algum carro passe e  indique que o grupo todo pode mudar de faixa em segurança.
 Retorno à faixa da direita
Quando o ferrolho indicar que o grupo precisa ir para a direita para dar passagem, ao ligar a seta para a direita todos devem fazer o mesmo. Idealmente, a penúltima moto deve entrar para a direita assim que o ponteiro der seta também, para impedir que algum carro ultrapasse pela direita. Após todos entraram o ferrolho libera a passagem.
 Ultrapassagens em estradas de mão dupla
Nesse caso é praticamente impossível assegurar espaço suficiente para que todo o bonde ultrapasse em bloco. A seqüência deve ser:
• O Ponteiro sinaliza (pisca-pisca) a ultrapassagem e a realiza.
• Após passar o veículo ultrapassado, ele permanece na esquerda, com o pisca esquerdo ligado, enquanto não houver veículo vindo em sentido contrário, de forma a sinalizar aos motociclistas seguintes do bonde que eles podem ultrapassar.
•Quando ele voltar para a direita, as motos que ainda não ultrapassaram devem imediatamente deixar de tentar a ultrapassagem.
•Se possível (experiência e visibilidade) o último motociclista do bonde que já ultrapassou deve se colocar na faixa da esquerda (de forma análoga ao descrito acima para o ponteiro) para indicar ao restante do bonde que pode ultrapassar.
•Se necessário o Ponteiro deve reduzir a velocidade até ter certeza que todo o bonde ultrapassou. Entretanto, essa redução de velocidade não pode ser tal que acabe não deixando espaço à frente do veículo ultrapassado para entrada das motos que vêm de trás.
 
 7. Reunião de preparação (“briefing”)
Apesar do nome pernóstico, é muito importante, principalmente se no grupo houver pelo menos um motociclista que não está acostumado a andar como o grupo.
Nada mais é que uma pequena ‘palestra’ do ponteiro, informando o caminho que será seguido, onde serão as paradas de descanso, reabastecimento ou encontro com outros companheiros e uma descrição rápida das convenções e sinais descritos neste documento.
Nesse momento é muito importante identificar principiantes ou motos lentas para colocá-las na posição correta dentro do bonde e definir a velocidade que será adotada.
 8. Sinais
O sinal deve ser preferencialmente feito com a mão esquerda - que é a mais "livre" durante a pilotagem.
Apontar com o pé esquerdo ou direito para o asfalto
Buraco, óleo ou outro tipo de obstáculo, do lado que foi indicado. Reduza a velocidade e procure desviar (quando possível).
Atenção: deverá ser sinalizado apenas do lado da fila que tem o buraco, para evitar que a moto de trás se confunda.
Se o buraco está na esquerda, todos da fila da esquerda devem sinalizar. Os da direita ignoram, pois podem confundir.
Se o buraco está no meio, as duas filas devem sinalizar. Caso o buraco seja do lado direito, cabe apenas à fila da direita sinalizar.
A mão e o braço esticado sobem e descem sucessivamente:
Perigo, atenção. Reduzir a velocidade.
Mão e braço balançando para TRÁS e para frente, como um remo
O grupo está muito disperso, os mais atrás devem acelerar para se aproximar um pouco mais.
Braço esquerdo apontado para a esquerda
Atenção, reduzir para entrar à esquerda - o piloto deve sinalizar com o braço e acionar o pisca esquerdo em seguida.
Braço esquerdo dobrado sobre o capacete com a mão apontando para a direita
Atenção, reduzir para entrar à direita.
Mão esquerda apontando para cima e realizando círculos no ar
Atenção o grupo deve retornar.
Quando o grupo está parado, também pode significar acionar os motores para a partida.
Mão esquerda apontada para cima e espalmada.                 Atenção, situação de emergência à frente, exigindo cautela e redução de velocidade imediata.
Com o braço para cima, indicar o “numero 1” com a mão Todos deverão assumir a formação de fila indiana única.
Com o braço para cima, indicar o “número 2” com a mão.  Voltar à formação normal.
Com o braço esquerdo, indicar de modo pendular balançando o antebraço para esquerda e direita. Lombada ou depressão à frente. Reduzir velocidade.
Com o braço esquerdo para baixo, fazendo círculos com o dedo  indicador
Polícia à frente. Reduzir velocidade / Atenção.
Apontar para o tanque de combustível e em seguida simular uma degola de garganta com a mão esquerda
A moto entrou na reserva de combustível, indicando que aquele piloto necessita parar assim que possível para abastecimento.
Apontar para si mesmo e em seguida simular um revólver com a mão
O motociclista irá se dispersar do grupo, para a frente. Deverá ser sinalizado ao Ponteiro.
9. Outras dicas diversas
Quando um bonde parar em posto de combustível, parar as motos na bomba a 45º, de frente para a mesma. Com isso ganhamos espaço e tempo, pois conseguiremos abastecer de três a quatro motos sem manobras.
 

 

 


AVENTURA COMEÇA EM PORTO VELHO/RO E TERMINA EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP

» 15/03/2009 - 23:41h/DF

AVENTURA COMEÇA EM PORTO VELHO/RO E TERMINA EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP
José Carlos Chaddad

Começo a “dizer” que era um sonho antigo fazer uma viagem longa de Motocicleta, e este sonho foi realizado no mês de janeiro de 2009.

No mês de julho de 2008 comecei  a concretizar este sonho adquirindo uma “máquina”, ou seja uma Motocicleta Suzuki Boulevard M.800, simplesmente magnífica.

Após algumas viagens próximas a Porto Velho, chegou o fim do Ano e iniciei o planejamento com destino a São José do Rio Preto/SP, cidade onde reside meus  familiares.    De início alguns amigos motociclistas confirmaram a  ida  a São José do Rio Preto, mas infelizmente por motivos diversos não foi possível a companhia dos mesmos para a “esticada até Rio Preto/SP.  Então fui só, ou melhor juntamente com    “Jesus”.

No dia 01 de janeiro de 2009, às 6h da  manhã, após dar um  beijo na Fátima, Anis e Yuri, iniciei a viagem, logo em Candeias tive a companhia  de uma chuva muito forte, que somente em Ariquemes foi aparecer o Sol,   a Suzuki Boulevard M.800 começando a mostrar a sua eficiência.

“Cortando” a nossa BR364,  acompanhado da “solidão” segui em frente, tudo bem, tudo legal.

Antes de sair de Porto Velho, recebi a promessa do amigo Sérgio, um “motociclista apaixonado” pela velocidade, pois o mesmo tem uma Suzuki GSX-750  “lindona”, de encontrar-mos  em Pimenta Bueno/RO e assim  fizemos; fui recepcionado pelo Sérgio e sua esposa Maísa, também uma “apaixonada por motocicleta”.    Seguimos juntos até Vilhena/RO, desfrutando das paisagens e “curtindo o passeio”, lindo, lindo.......   Chegando em Vilhena , após um delicioso suco em um Posto de Gasolina ,   jantamos  , ou seja a Maísa preparou um belo jantar, sendo que também fui recepcionado pela filha do casal, a Taísa, muito bacana e gentil.

No dia seguinte, “chamei a Suzuki” na “responsabilidade” e ela como sempre atendeu, saí de Vilhena e “cortei” o nosso querido Mato Grosso, a nossa querida Rondônia ficou  a espera de minha volta.   O dia estava  lindo, a Suzuki  “cortando o vento” com  seu “ronco” maravilhoso.      A paisagem “passava rapidamente”, parei para algumas fotos é claro, pois como fala o meu Querido Amigo Bastos, um Motociclista de 1ª linha:  “Quem não tira foto não viajou”, também concordo.      A “Suzukona”  “cortando  a estrada”, ultrapassando com segurança, Jesus no Coração , avistamos o Rio Paraguai, paramos para uma foto; Cáceres  à poucos metros, onde após um delicioso almoço, segui rumo a Cuiabá.   A Suzuki respondia com elegância, eficiência, linda máquina...........  

Pronto, Várzea Grande a vista, lá estava o famoso “Trevo do Largato”,  Cuiabá também próximo.    Segui rumo a Rondonópolis/MT.    Em Jaciara encontrei um casal de Motociclista,  paramos  no Posto e iniciamos uma boa amizade, os mesmos estavam vindo de Nova Mutum/MT indo com destino a Minas Gerais e depois para o Paraná.   Seguimos juntos, foi muito legal e divertido, pernoitamos em Rondonópolis com direito a um jantar no Hotel, e logo as nossas motos fizeram sucesso, sendo que este amigo chama-se Pedro e sua Esposa Iza, a moto do  Pedro é uma Suzuki  Intruder 1500.

Saímos de Rondonópolis com destino a Jataí/GO.  Subíamos a Serra da Petrovina, linda e majestosa.   Como motociclismo  é uma aventura, o meu parceiro de estrada Pedro deixou para abastecer mais para frente, mas infelizmente tinha muito Posto de Gasolina desativado e a gasolina de sua moto “acabou”, fizemos o “socorro” e tudo bem, continuamos “a empreitada”  , abastecemos em Alto Garça e tudo bem.   O dia estava lindo, sol brilhante, mas após rodarmos um bom trecho, a Chuva chegou, mas tudo bem vamos em frente.

Após alguns cafezinhos e fotos chegamos a Jataí.  Neste ponto nos separamos, segui rumo a Serranópolis e o Pedro e esposa seguiu para Rio Verde com destino a terras mineiras.   Então segui sozinho, ou melhor, acompanhado por Jesus, iniciei o “enfrentamento” dos buracos da estrada que ia em direção a Serranópolis, sendo que obtive informações que esta estrada estaria ótima, mas ledo engano estava horrível, mas já estava “lá” e o jeito foi vencê-la e assim fiz.   Finalmente a estrada melhorou e cheguei em Paranaíba/MS , daí em diante até  São José do Rio Preto/SP a estrada está ótima, “foi um pulo”, pois com asfalto bom é outra coisa.

A Suzuki Boulevard M.800, respondendo a altura, que máquina fantástica.   Cheguei a Aparecida do Taboado “debaixo” de uma chuva muito forte, procurei um Hotel e  fui descansar para começar tudo de novo (que bom) no dia seguinte.

Saí de manhã, dia lindo, Sol brilhante, asfalto bom;  atravessei a Ponte Rodo-Ferroviária que separa os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, pronto “terras paulistas” a vista. 

Quero aqui, agradecer o apoio do Roni “Papa-légus” do  Brazil Riders, representante em Porto Velho pelo apoio, pois conheci o Edu em Jales/SP , também do Brazil Riders em São Paulo, o qual me recebeu muito bem em sua casa, mando aqui o meu muito obrigado e um forte abraço.

Segui em direção a São José do Rio Preto, dia um tanto frio, Sol acanhado, mas sem chuva.     Pronto, São José do Rio Preto a vista; cheguei bem, fui recepcionado pela minha Mãe Dona Dolores e minha Irmão Nancy, olha as fotos, estão lindas....   A minha mãe “ficou surpresa”, disse: de moto, nossa....... Mas tudo bem.

Jose Carlos Chaddad

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Comunicado do Inmetro sobre capacetes

» 15/03/2009 - 09:52h/DF

Comunicado do Inmetro sobre capacetes

Diretor recomenda ao Denatran mudanças na Resolução 2003

02/01/08  (#273)

 

O Inmetro recomenda ao Denatran que não deve-se multar por falta de selo e etiquetas internasnos capacetes. Políciais devem verificar a lista de capacetes  aprovados  e certificados do Inmetro antes de aplicar  a multa nos usuários de capacetes sem selos.

 

Em 1º de janeiro de 2008 entrou em vigor a Resolução Contran nº 203, de 29 de setembro de 2006, que disciplina o uso do capacete por condutores e passageiros de motocicletas e similares. De acordo com os dispositivos dessa resolução, tornou-se obrigatório que os capacetes em questão ostentem uma das formas de identificação da conformidade previstas no Regulamento de Avaliação da Conformidade estabelecido pelo Inmetro, ou seja, que possuam um selo de identificação da conformidade colado no casco ou que possuam uma etiqueta com a logomarca do Inmetro costurada em sua parte têxtil.
De acordo com a regulamentação do Inmetro, a certificação é realizada para produtos novos, antes da venda do produto e é nesse momento que as identificações da conformidade são aplicadas, ou seja, é uma forma de proteção do consumidor contra produtos inadequados ao uso, aplicada desde a expedição da fábrica até o ponto de venda do produto.

Cabe lembrar que no processo de certificação são realizados ensaios destrutivos em amostras retiradas dos diversos lotes de capacetes, ou seja, são realizados estudos que tornam inservíveis alguns capacetes para que os seus respectivos lotes sejam aprovados. Não há, portanto, a possibilidade de certificar uma ou mais unidades desse produto após a sua venda e, dessa forma, não é possível a aplicação de selos novos em capacetes já usados.

O Regulamento de Avaliação da Conformidade atual do Inmetro foi publicado em anexo à Portaria Inmetro nº 392, de 25 de outubro de 2007, e prevê o atendimento à referida resolução por parte dos fabricantes e importadores de capacetes, ou seja, todo capacete para condutores e passageiros de motocicletas e similares disponibilizado hoje no comércio nacional já atende aos dispositivos obrigatórios.

 

Existe porém um passivo de capacetes em poder do usuário final que, apesar de ter sido certificado, pode eventualmente apresentar uma das seguintes situações:

não possuir a etiqueta interna e possuir selo fora dos moldes atuais – Isso se deve ao fato de que antes da publicação da Portaria Inmetro 392/2007, a certificação era realizada em observância aos dispositivos do Regulamento de Avaliação da Conformidade anexo à Portaria Inmetro nº 86, de 24 de abril de 2002, que possuía um outro modelo de selo e que não exigia a aplicação da etiqueta interna.

não possuir a etiqueta interna e nem o selo de identificação da conformidade – Além da não exigência da etiqueta interna da regulamentação anterior, há casos em que o selo se desprende do capacete ou se deteriora pela aplicação, por exemplo, de agentes de limpeza abrasivos.

 

Dessa forma, estamos recomendando ao Denatran que oriente as autoridades de trânsito no sentido de que, ao detectarem o uso de capacete sem a devida identificação da conformidade, antes da aplicação das penalidades previstas, realizem uma pesquisa na página institucional do Inmetro na Internet, no endereço http://www.inmetro.gov.br/prodcert, visando a comprovar que o produto realmente não foi certificado antes de sua venda, evitando injustiças com o cidadão que cumpriu a lei.


Instruções para visualização da lista de capacetes com conformidade avaliada:

 

- Entre na base de produtos e serviços com conformidade avaliada (http://www.inmetro.gov.br/prodcert/produtos/busca.asp)

- Selecione a Classe de Produto "Capacete para Condutores e Passageiros de Motocicletas e Similares"
- Você também pode realizar filtros por marca e modelo no campo Produto.
- Clique no botão buscar

 

 

fonte: www.inmetro.gov.br 

 

www.jacaremoto.com.br.

 

 


Cabaça é capacete na Nigéria. Magia Negra também impede o uso

» 15/03/2009 - 09:40h/DF

Cabaça é capacete na Nigéria. Magia Negra também impede o uso

07/01/09  (#469)

 

Lei do capacete encontra resistência tribal e cultural

 

Nova lei obriga uso de capacete, desde 1º de janeiro 2009, mas os motociclistas e garupeiros não querem usar por medo de doenças e de feitiço que pode ser colocado dentro do capacete, um tipo amuleto ou patuá.

Até o fim de 2008 o capacete não era obrigatório e, além disso, os nigerianos transportavam quantas pessoas queriam numa moto.

 

Nigéria: usuários de motos sem capacetes

    

A polícia prendeu vários motociclistas que na tentativa de burlar a fiscalização usam pneus cortados amarrados na cabeça, plásticos, panelas e ate casca seca de abóbora (cabaça) para simular um capacete.

 

Os mototaxistas também encontram resistência dos fregueses que não querem usar o capacete por diversos motivos: medo de "coisas" colocados no capacete como um patuá que pode enfeitiçá-los ou dar sonolência e até por receio de pegar doenças do couro cabeludo.

 

 Até 2008 capacete não era obrigatório na Nigéria

 

Os motociclistas reclamam que os capacetes estão muitos caros. Antes da lei, há seis meses, custavam 800 Nairas (US$ 6), mas, no momento, estão muito acima disso por causa da procura por conta da obrigatoriedade.

 

capacete não bem aceito na Nigéria 

  

A Nigéria é país africano que ainda conserva muito das crenças tribais e crêem ainda nos feiticeiros e suas magias e, assim qualquer coisa nova e muito difícil de ser aceita.

ZCJ -  www.jacaremoto.com.br

 

 

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José Carlos Chaddad
ATENÇÃO PROPRIETÁRIOS DE MOTO YAMAHA XT 660, vendo um Sissi-bar (encosto para o garupa), mais bagageiro, ambos da marca Dalavas; está "zerinho", com Nota Fiscal. Preço: R$543.03 - tratar com Chaddad , fone 69-92439594.

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O PROJETO FICHA LIMPA VAI MELHORAR A QUALIDADE DOS NOSSOS POLÍTICOS E SE ACABÁSSEMOS COM OS SALÁRIOS

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