EXPOSIÇÃO FILATÉLICA PANTANAL - 2010 |
|
EXPOSIÇÃO FILATÉLICA PANTANAL – 2010 10 a 15 de agosto de 2010 10 Expositores do Estado de Rondônia; Classe de Filatelia Juvenil: . Seção O – 9 a 12 anos; - Dediel Costa e Silva Coleção: O Doce Sabor das Frutas. 31 Folhas – 02 Faces - Thalya Abreu Alves Coleção: A Filatelia na Valorização da Mulher. 16 Folhas – 01 Face . Seção A – 13 a 15 anos; - Caroline Santos Matos Coleção: ... ler tudo |
Notícias de Mai/2007
NOVOS LANÇAMENTOS YAMAHA.BI-COMBUSTÍVEL
» 27/05/2007 - 23:14h/DF
A temporada de boatos já começou há meses, com vários chutes sobre os lançamentos, alguns com boa chance de gol, mas outras que passam longe da trave. Desde que publicamos em Motonline a foto da Yamaha Fazer 250, das novas cores da Twister e a exclusivíssima foto da XT 250 verdadeira, demos uma bela demonstração que estamos com a pontaria de artilheiro, quando se refere a lançamentos. Desde o começo de 2007 as revistas não param de estampar fotos nas capas com o carimbo “segredo” como se os leitores ainda acreditassem nessa velha artimanha. Cada mês publicam um “segredo”, numa sucessão de chutes pra ver se um deles reverte em gol. Nossas fontes acabam de nos passar os prováveis lançamentos para 2007. Esqueçam de uma vez por todas uma 400 de quatro cilindros. É um suicídio mercadológico. Qualquer moto 400 cc com 4 cilindros em linha é tão cara quanto uma 600. Como o consumidor brasileiro compra “cilindrada”, jamais pagaria caro por uma 400 de R$ 25 mil! Basta ver os números de vendas da XT 660 para saber que a empresa não espera investir em um segmento pouco representativo. O mais provável será o lançamento da MT-03 porque usa o mesmo motor da XT 660 (facilita investimento em assistência técnica) e fez algum sucesso no mercado europeu. Mas não esqueçam das 400! Tanto Honda quaFoto: Honda Hornet geração II nto Yamaha têm projetos de entrar no segmento de 400cc, porém com motos mais simples, econômicas e baratas. Vou mais além: duvido que a Yamaha lance uma 400 este ano, porque a preocupação maior da marca é continuar a política de marketing do pioneirismo. Já estão em teste a Fazer 250 Sport, a Lander 250 Supermotard, a Fazer bi-combustível e a primeira 125 nacional com injeção eletrônica. Ao contrário do que esperava, a Neo continuará com motor 115, mas vai ganhar a carenagem da Nuovo 115 vendida no México. Na líder Honda, como em toda empresa líder de mercado, as decisões são mais cautelosas. Dificilmente a empresa lançará uma 400 quatro cilindros, como divulgaram algumas revistas. Caso a Honda decida investir nas médias cilindradas o mais provável é promover aposentadoria da Falcon e apresentar uma moto urbana, esportiva, na faixa de 400, mas com o motor da Tornado/Twister, mais moderno, eficiente e econômico do que o velho RFVC da Falcon. O álcool deverá aparecer em algum produto com a marca Honda, porque essa é muito mais uma decisão de marketing do que propriamente técnica. Em épocas de ecologicamente correto, é mais importante parecer uma empresa preocupada com a emissão de hidrocarbonetos do que motos mais velozes, potentes e econômicas. Acredito em uma Twister bi-combustível, mas ainda com motor 250. Nada de 300 ou 350. O mercado ainda precisa de uma 250 para fazer a “ponte” entre as pequenas e as médias (acima de 400). Entre as pequenas, a Honda pode surpreender com uma Titan injetada, embora seja muito difícil tomar essa decisão. Já tivemos o precedente da “aposentadoria” da CG 125 Titan com motor OHV e que teve de voltar atrás. Meu palpite é uma CG 150 Sport com injeção, para testar a aceitação e só depois a marca apostaria na injeção para todas as pequenas. Eu adoraria que a Honda decidisse apostar na Hornet geração II (estamos na geração I, enquanto a Europa está na 3ª geração). Mas não acredito, porque 600 unidades/mês não estimula um investimento muito alto. Saber alguma coisa da Suzuki/JToledo é puro exercício de achismo. A novidade em 2007 será a intensificação das empresas de capital chinês atuando no Brasil. Grandes corporações brasileiras estão se associando às marcas chinesas, todos de olho em um mercado que pode chegar a 3 milhões de unidades/ano em 2009. Daquelas que já estão consolidadas no mercado, como Sundown e Kasinski, o objetivo deverá ser o de continuar um trabalho de base, implantando as marcas e lutando para conquistar a confiança do consumidor. Não entendo a política da Kasinski que insiste em “segurar” as vendas dos produtos Hyosung, como a Comet e Mirage 250 e 600. São motos bem aceitas na Espanha, com qualidade e estilo, mas ainda têm presença muito tímida no Brasil. Até outubro, quando teremos o mais esperado Salão Duas Rodas dos últimos anos, deveremos ver alguns lançamentos, mas o “filé” será reservado mesmo para o salão. Em obras Você notou que ficamos fora do ar ontem (dia 14) por algumas horas: nossa estrada de acesso precisou de reforma para receber o maior fluxo de Motonliners. Em 2007 começamos o ano com uma agradável surpresa: nossa visitação média chegou na casa de 10.000 visitas/dia. Com essa carga de leitores, que em vários horários chegou a 500 pessoas on-line, nossa estrada ficou congestionada e tivemos de providenciar o alargamento das pistas. Trocamos de servidor e agora tanto os leitores, quanto os membros do fórum Motonline poderão navegar com mais agilidade. Esse crescimento nos pegou de surpresa e é resultado de um trabalho que começou 8 anos atrás e que nos últimos dois anos recebeu o reconhecimento do público, das montadoras e agências de publicidade. Boa parte dessa audiência veio da principal característica do Motonline: um veículo isento e efetivamente ágil. - Geraldo Tite Simões
YAMAHA NEHMESIS
» 22/05/2007 - 11:46h/DF
Yamaha Nehmesis Visual alucinado Modelo é delirante exercício de criação sobre rodas, uma espécie de obra de arte, feita quase exclusivamente para ser admirada. Mas, se for preciso, também anda Suspensão dianteira tem monobraço cromado, com amortecedores superiores. A pintura é especial e toda a fiação fica escondida As transformações mais radicais e customizações mais delirantes em motocicletas são uma espécie de esporte nacional nos Estados Unidos. Em sua enorme maioria, os modelos preferidos são as mitológicas Harley-Davidson, que, de quebra, também são orgulhosamente nacionais. Só para contrariar e desfazer a escrita, existem também estúdios americanos especializados em personalizações de motos estrangeiras, especialmente as japonesas. Uma dessas verdadeiras obras de arte, batizada de Nehmesis, foi feita a partir de uma genuína nipônica Yamaha Road Star. A Nehemesis, projetada por Sam Nehme, do badalado estúdio BMS Choppers da Flórida, uma divisão da Broward Motorsports, não foi feita para ficar guardada na garagem sob uma capa, mas para ser exposta e admirada, embora possa até circular pelas ruas e avenidas. Desde que atapetadas e perfeitamente lisas, sem qualquer irregularidade, já que sua altura não permite extravagâncias. O fruto desse capricho foi uma série de prêmios inéditos. Premiação Para se ter uma idéia do prestígio alcançado pelo modelo, foi a primeira moto não americana a vencer o disputado concurso de personalização de Daytona, em 2006. Tudo no quintal de casa, em um dos maiores encontros de motos dos Estados Unidos, com votos dos bairristas ianques. Também venceu, pelo voto popular, o Las Vegas Metric Revolution Show, um novo conceito de personalização para motos com mais de 1.000 cm³. Foi igualmente 1ª no 2006 Biketoberfest Board Walk da Flórida, além de ser considerada best off show e mais outros prêmios. Pneu traseiro é um dos mais largos do planeta, com 360 mm Com tudo isso, virou uma grande atração. Todo mundo quer ver o modelo parado, e não andando. Entretanto, para tê-lo na sala da sua casa, o candidato terá que desembolsar a módica quantia de US$ 250 mil, ou cerca de R$ 505 mil, que é o preço estipulado pelo estúdio criador, por conta do recheado curriculum da moto. Outra característica interessante da Nehmesis é que ela não tem o tradicional descanso. A suspensão pneumática abaixa e o quadro encosta no chão, equilibrando a moto. Largura Talvez nem fosse preciso, já que o pneu traseiro tem a modesta medida de 360 milímetros de largura. Um dos mais largos do planeta, que praticamente equilibra a moto sozinho. A balança foi projetada para receber o enorme pneu, junto com a corrente de transmissão. Por esse motivo, o sistema de freio traseiro atua junto ao pinhão. O quadro foi inteiramente feito à mão: trata-se de uma enorme viga curva, em forma de meia lua, escondido sob o tanque. A suspensão dianteira também é especial. Uma única viga cromada faz o papel de garfo, ligando a mesa com a roda, proporcionando enorme distância entre-eixos. Na parte de cima, perto dos pequenos faróis, os amortecedores. A pintura é especialíssima. Com desenhos estilizados, tem tons de amarelo e dourado e foi feita toda à mão, com várias camadas de tinta perolizada. Toda a fiação foi escondida. O guidão é bastante largo e o filtro esportivo fica à mostra. Os escapes também são diretos e o banco, forrado, só para o piloto. A decoração também inclui cromados e peças estilizadas. O motor (quase secundário) é um dois cilindros em V, com cabeçotes dourados, herdado da Yamaha Road Star, com 1.670 cm³, injeção eletrônica e refrigeração a ar. Jornalista: Téo Mascarenha



